Campim Elefante
Cenchurs Purpureus
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Hábito de crescimento perene, formando densas touceiras e rizomas.
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Elevado, com colmos grossos e eretos, podendo atingir até 4 metros de altura rapidamente.
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Dependendo da cutivar: varia entre 1,60 m e 6,0 m
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Tropical, da África
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O corte entre 30 e 60 dias é o mais indicado, pois garante maior digestibilidade e melhor valor nutricional.
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O sucesso do estabelecimento da pastagem depende de práticas de manejo adequadas: Preparo do solo, Adubação, Espaçamento, Época de plantio, Brotamento Manejo inicial. propagado quase exclusivamente por meio vegetativo, utilizando partes da planta como estacas ou mudas, e não por sementes, pois as cultivares melhoradas geralmente não produzem sementes viáveis. Por colmos inteiros ou em pedaços (toletes),Em sulcos, Em covas, Mudas pré-brotadas (MPB): .
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Jovem (corte aos 50-70 dias): apresenta maiores teores de PB (cerca de 10% na idade de corte de 50 dias), o que é benéfico para a saúde animal.
Idade avançada (corte aos 110-120 dias): os teores de PB diminuíem significativamente, enquanto os de fibra (como FDN) e lignina aumentam.
Isso resulta em um baixo valor nutritivo.
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A palatabilidade do capim-elefante é boa a muito boa quando jovem e bem manejado, sendo altamente aceito por animais, mas diminui drasticamente com o avanço da idade, tornando-se fibroso e menos palatável, exigindo corte em idade jovem (30-60 dias) para maximizar a qualidade e o consumo, preferencialmente picado e fornecido em cocho, ou ensilado para melhor aproveitamento e redução de perdas, especialmente em sistemas de produção leiteira. O capim-elefante (Pennisetum purpureum) possui, em geral, uma boa aceitabilidade pelos animais, especialmente bovinos, ovinos e caprinos, quando manejado corretamente. A aceitabilidade é alta quando o capim é jovem e tem bom valor nutritivo, mas diminui se ele passa do ponto de corte ideal e se torna fibroso.
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varia muito por forrageira, clima e manejo, indo de cerca de 10-18 t/ha/ano para capins como a MG-5 Vitória, até mais de 50 t/ha/ano para cultivares de alta performance como o Capim-Elefante BRS Capiaçu sob condições ideais, com dados da Embrapa mostrando variações de 10,8 t/ha (não adubado) a 33,7 t/ha (adubado) para Brachiaria humidicola.
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É uma planta de alta exigência em fertilidade do solo.
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O capim-elefante tem alta exigência hídrica, prosperando em climas quentes e úmidos com mais de 1.000 mm de chuva anual, mas responde muito bem à irrigação, que aumenta significativamente sua produtividade, especialmente na estação seca, garantindo um bom desenvolvimento e produção de biomassa. Embora algumas cultivares como a BRS Capiaçu mostrem resistência ao estresse hídrico, a irrigação é crucial para maximizar seu potencial, com aplicações estratégicas na seca, segundo pesquisas da Embrapa.
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Tem uma boa resistência à seca, sendo uma excelente opção para regiões com estiagem, especialmente as cultivares como a BRS Capiaçu, que demonstram tolerância ao hídrico e se destacam por seu alto potencial de produção de forragem mesmo em condições de pouca chuva.
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destacando-se principalmente pela sua alta produtividade de massa verde e resistência à seca. Essas características o tornam uma excelente opção para a alimentação animal, especialmente para produção de silagem ou fornecimento no cocho.
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As principais limitações do capim-elefante incluem a perda rápida de valor nutritivo com a idade, tornando-o fibroso e de menor qualidade para o gado, sua alta estacionalidade (produz muito na chuva, pouco na seca), a susceptibilidade a pragas como a cigarrinha-das-pastagens (embora manejável), e a necessidade de manejo intensivo (cortes frequentes e na altura certa, adubação) para controlar sua estrutura alta e garantir a qualidade, evitando custos e desperdícios, especialmente em solos pobres ou mal drenados.
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